Res publica, a urgência do rasgar do caminho sobre este emaranhado de caminhos outros, há muito condenados pela inércia dos proscritos, pela gula obscena dos vorazes necrófagos, pelo arreganho amestrado dos mastins, pela insólita sobranceria das hidras.
Res publica, a firmeza da recusa na certeza de que depende exclusivamente de todos nós a vida colectiva que soubermos merecer.
Res publica, a garantia da esperança sobre a renúncia e a partilha do pão e do vinho, na justeza que erradica responsavelmente da vida os excluídos, os humilhados, os ofendidos.
Res publica, presente!
A Direcção
18 de Fevereiro de 2009.
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Boa Companheiro.
ResponderEliminarAssim se inicia.
Fleiz viagem e sucesso no percurso.
Venham muitos leitores e seguidores da pureza da idéia.
JFalagueira
Porém, Res Vala...
ResponderEliminarAbraço
João Teixeira